WORKSHOP ORIENTA SOBRE COMO ADMINISTRAR O STRESS

wcpm_058 TÉCNICAS DE “COACHING” SERÃO APRESENTADAS NO DIA 9 DE SETEMBRO NA EMBRAPA No dia nove de setembro será realizado um workshop sobre administração do stress, a partir de 14 horas no Auditório e Espaço Cultural José Aroeira, na sede da Embrapa Gado de Leite. O evento será coordenado por Luciana Fiel e pela Psicóloga Cristiane Monteiro. Luciana é Master Coach e autora do livro “O Líder que Existe em Você”. O workshop vai orientar, através de técnicas e ferramentas de coaching como desenvolver a competência de administrar o stress. O processo de coaching encoraja e desafia a pessoa para obter mais dela mesma e conquistar realizações, explica Cristiane. “O objetivo das estratégias é ajudar o paciente ou coachee a se recompor, a se reequilibrar, impedindo com isso, que o stress se torne crônico”, ressalta. A metodologia que será apresentada por Luciana Fiel engloba quatro aspectos: cognitivos, físicos, emocionais e de consciência.   Luciana Fiel destaca que os participantes do workshop terão condições de desenvolver habilidades que irão contribuir com o conhecimento, autoconhecimento e conscientização sobre o assunto. “Além disso, vai oferecer uma lista de metas para a realização de uma vida mais equilibrada e saudável, permitindo que se revele o verdadeiro potencial da pessoa, melhorando substancialmente os resultados alcançados por ela”, complementa. Cristiane Monteiro reforça que a identificação das crenças limitantes e o conhecimento dos valores pessoais orienta o indivíduo a tornar intenções em ações que geram resultados. “Transformar sonhos e possibilidades em realidades, desenvolvendo habilidades e competências, tornando-o mais eficiente, seguro e pronto para enfrentar os desafios do mercado de trabalho e dos relacionamentos pessoais e familiares”, conclui. O investimento para participar do workshop é R$ 150,00. O pagamento pode ser parcelado pelo Pagseguro. Os participantes receberão certificado. A carga horária é de três horas. Para mais informações e inscrição contatar Cristiane Monteiro (pelo telefone – 32 9109 2458 ou pelo site www.lucianafiel.com.br). O Auditório e Espaço Cultural José Aroeira fica na sede da Embrapa, à Rua Eugênio do Nascimento, 610, Bairro Dom Bosco, Juiz de Fora MG. VAMOS REPETIR! WORKSHOP ADMINISTRAÇÃO DO STRESS DUAS TURMAS SÁBADO 04/10 DE 9 ÀS 12H SEGUNDA 20/10 DE 19 ÀS 22H INSCRIÇÕES ABERTAS TEL. 30254559 - VAGAS LIMITADAS VENHA FAZER PARTE DESSE MOVIMENTO DO BEM E DO AMOR E DESPERTAR O LIDER

Autosabotagem

autosabotagem Todos nós temos programações mentais. Algumas vezes positivas e criativas, outras vezes paralisantes, bloqueadoras, negativas. Essas programações a gente adquire quando criança e elas ficam se repetindo em nossa mente, muitas vezes dificultando a gente ter sucesso. Por exemplo, se você tem o seu programa dizendo que você merece um bom relacionamento amoroso, às vezes você até encontrar uma pessoa com afinidades, bom caráter, inteligente, bonito, gentil...etc. Mas depois você vai se sabotar até voltar a ficar sozinho ou em um relacionamento desgastante. Da mesma maneira, em um trabalho, num plano de emagrecimento, em um curso que sempre quis fazer, de repente você perde tudo isso e volta a estaca zero. Isso fica muito claro, por exemplo, quando alguém ganha na loteria e depois de algum tempo volta praticamente para a mesma situação financeira que tinha antes de ganhar o prêmio. O programa mental dele não aceita que ele continue rico. Você cresceu ouvindo as pessoas dizerem que as coisas são difíceis, que somente os desonestos têm sucesso, que quem nasce pobre não tem chance de ficar rico, etc. Essas frases ficam na sua cabeça e vão produzindo reações e resultados que não são bons, reforçam sua sensação de inadequação e inferioridade. Toda compensação criada em um determinado momento, pode em outro, gerar deformação. Para cumprir uma programação negativa, você acaba lançando mão de várias estratégias: A sabotagem: você tem que entregar uma proposta para concorrer a um negócio importante e simplesmente esquece a data final. A trapaça: Trapaça é quando você faz algo que parece positivo, mas que leva à autossabotagem. Por exemplo, era o dia de finalizar a proposta de negócios com uma empresa, e você resolve levar seu filho ao parque. O escudo: escudo é aquela coisa que faz com que você use desculpas para não fazer o que tem que ser feito. Por exemplo, “Minha mãe esta muito doente e eu tenho que cuidar dela, por isso não consigo melhorar minha careira.” Essas coisas ficam na sua mente. Mesmo que você adote um monte de ações para progredir, mesmo que você estude muito e tente se aperfeiçoar, quando menos percebe está adiando as coisas e sabotando os seus projetos. O grande desafio é você abrir sua mente, entender o que houve no passado e jogar fora as suas programações paralisantes. E colocar a sua cabeça e o seu coração totalmente aberto para realizar o seu potencial. Você merece o melhor e tem o direito dado por Deus de ser feliz, ser você, pessoa única, com talentos e habilidades. Acredite em você! Abraços corajosos.

Inclusão na escola

OLYMPUS DIGITAL CAMERA Na Educação, especificamente nas escolas, a inclusão é um processo bilateral de mão dupla onde a escola e a família se une para transpor barreiras. A educação inclusiva deve acolher a todos, sem exceção. Para essa inclusão acontecer é preciso um projeto pedagógico bem definido, que começa pela reflexão. Diferentemente do que muitos possam pensar, inclusão é mais do que ter rampas e banheiros adaptados. Ajustar-se às necessidades das crianças, perceber e conhecer sua individualidade proporcionando melhores condições para a sua socialização e aprendizagem é o grande diferencial. Os educadores devem conhecer as várias características dos alunos que exigem cuidados especiais, para que haja naturalidade na maneira de conviver com eles e para que qualquer membro da equipe possa dar pronto atendimento em caso de necessidades. É muito natural quando o educador não está familiarizado com o aluno, que se sinta despreparado para assumi-lo. Muitas vezes tem medo ou dificuldade de reconhecer e lidar com possíveis preconceitos e necessidades. O primeiro passo para vencer essa etapa e superar esses sentimentos é o reconhecimento da sua dificuldade, e a procura de informações, seja com o serviço público, com a família, através de consulta a uma bibliografia especializada e, principalmente, usando seu bom senso. A criança deve ter um atendimento educacional especializado paralelamente às atividades regulares, de preferência no mesmo local, para que possam desenvolver um trabalho integrado. A escola é a segunda base do reflexo da vida do lado de fora. Os alunos que passam por isso na escola, mais tarde não terão dificuldade de vencer os preconceitos. A atitude dos educadores é determinante para que um aluno com necessidade especial acredite na sua capacidade de superar obstáculos e resolver situações de seu cotidiano, possibilitando o direito de ocupar o seu espaço na sociedade. Se isso não ocorrer, esses alunos serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela metade. Não podemos ter um lugar no mundo sem considerar o do outro, valorizando o que ele é e o que ele pode ser. O grande ganho, para todos, é viver a experiência da diferença. Além disso, para nós, educadores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação. Como diz Maria Tereza Mantoan, ''inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças. Na escola inclusiva educadores e alunos aprendem uma lição que a vida dificilmente ensina: respeitar as diferenças. Esse é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa. '' Ainda me pergunto, pra que tanto conteúdo, se os conteúdos mais importantes não estão sendo evidenciados na escola. Precisamos de uma reforma urgente, de mais educação para a vida. Comecemos por nós, cada um pode fazer a diferença dentro das suas possibilidades. O que não dá é reclamar e deixar o tempo passar. Eu continuo acreditando na educação! Abraços coajosos Saiba mais: curso à distância de Inclusão - www.aciandadh.com.br

POR QUÊ “A Ciranda” ?

POR QUÊ "A Ciranda" ? Quando se fala em ciranda, as pessoas associam a palavra a uma brincadeira de roda e a infância. Realmente reconhecemos na Ciranda a lembrança de uma brincadeira muito gostosa, um pedaço de alguma coisa lá dentro que é muito nossa, e quando ela chega, giramos ao sabor dessas lembranças. Ciranda é uma dança comunitária que não tem preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes, assim como não há limite para o número de pessoas que dela podem participar. Começa com uma roda pequena e vai aumentando, à medida que as crianças chegam para dançar, abrindo o círculo e segurando nas mãos dos que já estão dançando. Tanto na hora de entrar como na hora de sair, a pessoa pode fazê-lo sem o menor problema. Os povos primitivos dançavam ao redor da fogueira para comemorar as boas colheitas, tinham como lema “O grande trunfo da vitória é saber esperar por ela”. Na vida não importa o que você conquistou, mais os caminhos que levaram você a sua conquista. Sempre estamos reformulando os nossos sonhos e sendo pessoas melhores, isso faz parte da vida! Na Ciranda, nessa grande roda, não existe ninguém em posição mais favorável que o outro, não existe primeiro, segundo e último lugar, todos estão numa mesma posição de igualdade. Isso nos sugere que todos temos um potencial infinito dentro de si, basta acreditar e ter coragem, persistir, definir objetivos e focar na atitude, no final das contas tudo acontece. Na ciranda, formamos uma roda e de mãos dadas, com a mão direita, que está ligada ao hemisfério direito do nosso cérebro (inconsciente) deve estar ligada ao outro por cima, ajudar, doar a quem precisa e a nossa mão esquerda, ligada ao hemisfério esquerdo do cérebro (consciente) deve estar ligada ao outro por baixo aprender e receber de quem pode compartilhar. Assim é A Ciranda Desenvolvimento Humano. Transformando pessoas...

Ação e reação nos relacionamentos.

relacionamento Nós não somos perfeitos, porém às vezes vivemos como se fôssemos. Não somos aceitos pelos outros , às vezes, porém vivemos como se tivéssemos que ser. Aí reside nossas angústias. Muitas vezes queremos que tudo na nossa vida esteja bem, queremos que todas as pessoas gostem de nós, mas esquecemos que as pessoas são diferentes, tem formações diferentes, estilos, gostos, problemas, funções e disfunções que muitos de nós desconhecemos. O ser humano é, na verdade, um corpo habitado por um mundo de gente. Outro dia, um coachee sofria muito porque percebeu que um colega o detestava. Ele entrou em crise e passou a viver este pesadelo em sua cabeça. Refletia à todo o momento qual era o motivo que o outro não gostava dele, sendo que era uma pessoa tão querida por todos. Nunca teve, na vida, alguém que ele não se relacionasse bem. Então, por isso sofria. Ele tentou conversar, aproximar, para descobrir o que ele tinha feito ao outro. Ele mesmo estava disposto à fazer qualquer coisa para acabar com aquela indisposição. Pediria perdão, seja o que fosse. Porém, isto não foi o suficiente. Quanto mais ele aproximava, mais mal tratado ele era. Sentava-se para conversar, o colega levantava e saia na maior grosseria. Neste momento, a revolta começou a lhe tomar o espírito. O sentimento passou a ser de revanche. Um dia, ele foi muito mal tratado e resolveu revidar na mesma moeda. Quando já se preparava para agir, ele parou e pensou : “mas o que mesmo eu estou fazendo comigo ?” . “Ele é grosseiro de natureza, eu não.” “Se eu agir como ele, ele está definindo minhas atitudes”. “Quem controla minha atitudes sou eu, eu sou educado de natureza”. ”Não vou deixar ele ditar minha conduta”. E ele o respondeu com um tratamento zeloso e respeitoso, começando a agir em vez de reagir. Estes pensamentos passaram como um raio na mente dele, porém, com tal profundidade, ele descobriu a grande arte de conviver com pessoas. Não são elas que ditam nossos comportamentos, somos nós, se o quisermos. Se eu reajo como o outro quer, ele está definindo meu comportamento. Se alguém me trata mal  e eu faço o mesmo, foi o outro que me dominou e definiu meu comportamento. Ora, nunca acabamos com o tratar mal se tratarmos mal, se não pelo tratar bem. Quando você reage tratando bem, você neste momento está dizendo muitas coisas ao outro. Coisas como : quem manda em mim sou eu, quero lhe mostrar uma forma melhor de tratar os outros, aprenda comigo, sua grosseira vai morrer em você, etc. Os motivos que levam uma pessoa tratar mal gratuitamente o outro são tão numerosos que seria impossível citá-los, no entanto, ciúmes, invejas, experiências passadas, desordem psicológica, medo, entre outros são muito comuns. Quando alguém aparecer em sua vida lhe tratando mal gratuitamente, lembre-se : esta pessoa está te ajudando a ter domínio sobre você mesmo. Ora, então temos que agradecê-la ! Podemos agradecê-la tratando-a bem ! O mal nunca termina pelo mal, mas pelo bem. Abraços corajosos!